segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Chegou o Inverno

É assim todos os anos...
Marcamos alguns dias no calendário como sendo os de início de...
Primavera
Verão, Outono e ...
Inverno
... as 4 estações. todas tão diferentes que até apetece desenhá-las a cores diferentes.
Neste dia começa o Inverno. É o dia mais pequeno e a noite mais longa do ano, em Portugal. A Terra, no seu movimento de translacção em volta do sol, está bem afastada desta estrela que a ilumina e a parte d terra mais iluminada nesta altura é o hemisfério sul. Enquanto que em Portugal e restantes países da Europa, Ásia e América do Norte começa o frio Inverno, nos países da América do Sul, de grande parte da África e na Oceania começa o Verão.
Se calhar ... dependendo do gosto, era giro deslocarmo-nos do hemisfério norte para sul à procura das temperaturas que nos agradassem mais.
Há aves que quase que fazem isso... São migradoras.

Para ler em férias

Saiu o Jornal "Lê-me".
É o jornal de todas as escolas do Agrupamento e nele se vê representada a comunidade escolar, pelos textos de alunos e professores e pelas notícias de eventos importantes.
Para além de ser editado em papel, o Jornal "Lê-me" tem uma versão digital em:
http://www.eb23juliobrandao.net/pdf0910/jornal_10_2009.pdf
Desta vez há nenhum texto com a marca csc14... mas há trabalhos de colegas que merecem a nossa leitura.

Vamos lá Lê-lo

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Nossas cartas ao Pai-Natal

Olá Pai Natal! Sou a Rita.
Venho por este meio dizer-te que eu, este ano, mereço o meu pedido porque ajudei alguns amigos e tenho me dedicado mais aos estudos.
Para mim o Natal é reunir a família com amor, carinho, saúde e muita paz.
Rita

Pai Natal
Eu mereço uma prenda porque acho que tenho feito mais coisas boas do que más. Tenho algumas vezes feito a cama, apanhado a roupa do estendal, ajudando a minha mãe a arrumar a casa e também faço recados para casa. Às vezes gostaria de fazer mais recados mas a minha mãe prefere que eu estude.
Reconheço que sou às vezes um pouco teimosa e respondona, mas vou melhorar.
Eu tenho ajudado com uns pequenos gestos as pessoas carenciadas dando-lhes alimentos, roupas e brinquedos.
Prometo que vou ser mais responsável em tudo que realizo, principalmente na escola.
Por isso estou a contar com o teu presente.
Beijinhos!!!!!
Catarina.

Querido Pai Natal!
Este ano, não me portei mal.
Mas algumas vezes também,
Não me portei muito bem.

Fiz tudo que tinha a fazer
Em saber, em aprender.
Com lazer e com prazer,
É bem fácil responder.

Por isso acho que mereço,
Neste Natal, para o começo,
Uma prendinha bonitinha
E mesmo, mesmo jeitosinha.
Alice

Querido Pai Natal!
Eu mereço uma prenda porque não faço barulho e nenhuma palermice, espero para falar às vezes e esforço-me a fazer os trabalhos de casa.
Muito obrigado e Bom Natal, Pai Natal!
Daniela

Porque mereço o…
Eu mereço o meu presente porque fiz os t.p.c. e os trabalhos da escola etc.
Também porque fiz quase o que me pediram e tentei ser sempre amiga dos outros e de todos, principalmente do csc14.
Pois é assim porque mereço o meu presente.
Ana

Eu queria um jogo de xadrez porque quero muito essa prenda e, além disso, nunca faltei às minhas obrigações e não me meti em confusões.
Obrigado!
Cumprimentos.
João

Querido Pai Natal, Olá!
Como passou este ano?
Espero que bem.
Com esta carta venho-lhe falar das prendas que pretendo e que são as seguintes: Uma PSP e jogos para a minha PSP, também quero lápis, borrachas, afias, cadernos, livros e saúde para a minha família.
Eu, este ano, portei-me muito bem e penso que mereço estas prendas.
Ricardo

Caro Pai Natal!
E eu mereço uma prenda porque os testes me correram bem.
Durante este ano eu portei-me mais ou menos bem: Tentei obedecer à minha mãe, não fazer asneiras, estar atento nas aulas e dar-me bem com a minha irmã.
Por todas estas razões, caro PAI NATAL espero que não te esqueças de mim.
Simão

Querido Pai Natal!
Desejava ter um jogo de formas geométricas como há na minha escola.
Eu mereço porque me porto bem, não sou mal-educada e esforço-me para ser boa aluna, ajudo a minha mãe com o meu irmão e sou amiga dos meus avós.
Querido Pai Natal, fico a espera da minha prenda!
Débora

Querido Pai Natal!
Eu acho que mereço uma prenda porque me portei bem todo o ano. Quer dizer, … quase todo. Mas também ajudei os meus pais a fazerem alguns trabalhos e, para além disso, também me esforcei para ter boas notas e acho que isso também conta muito para me trazeres a prenda que te pedi.
Bom Natal e um próspero Ano Novo.
Gabriela

Não sei se devo receber uma prenda porque não tive um comportamento exemplar, este ano.
Por isso não me sinto segura em pedi-la.
Mas também não posso ser assim tão negativa. Toda a gente erra … ninguém é perfeito!
Eu acho que respondi sem razão nenhuma às pessoas, fui teimosa…
De qualquer maneira, apesar de todas as asneiras e mais algumas que fiz, não sei se fui tão mal comportada e vou, mesmo assim, fazer o meu pedido. Também tive atitudes correctas. Tentei que não criticassem as pessoas sem companhia, defendi sempre os meus irmãos quando precisavam. E não foram só estas as minhas boas acções! Também brinquei com pessoas que não tinham amigos com quem brincar, porque eram rejeitadas.
Bárbara

Querido Pai Natal!
Este ano, acho que mereço a prenda que tanto quero porque me porto bem em casa e na escola. Faço o que a minha mãe me manda fazer e respeito o professor.
Espero que atendas o meu pedido.
Feliz Natal!
Jéssica

Querido Pai-Natal!
Gostaria que me desses presentes.
Declaro que este ano me portei bem, quer dizer: – um bocado.
Eu estive todo o ano a pedir isso aos meus pais e queria te dizer que tu sempre me deste os presentes que queria.
Obrigado! És um amigo fantástico.
Beijinhos!
José Miguel

Pai Natal!
Eu, o Francisco Gil mereço uma prenda porque disse sempre como é que correu a escola, portei-me bem em casa e na escola, estive atento nas aulas e prestei atenção ao professor, em recados importantes.
Francisco

Querido Pai Natal!
Queria que me desses um telemóvel. Desses que dá para ouvir músicas, ver vídeos, imagens e fotografias e que tivesse câmara fotográfica.
Mas é claro tenho que o merecer! É que eu durante o ano inteiro portei-me bem, com algumas asneiras, é claro!
Gil
Querido Pai Natal:
Este ano, em vez de fazer uma lista das prendas que eu gostava de ter, vou fazer um pedido especial. Peço Paz, saúde, amor para todas as pessoas. Peço que acabem as guerras e que se passe a cuidar mais do ambiente. E já agora, e porque me portei bem durante o ano, se me pudesses dar um jogo para a playstation eu ia ficar muito contente.
David
Ralhei, barafustei, falei alto!
Fiz disparates tamanhos.
Fiz teatros, li versinhos...
Entre ralhetes e carinhos,
Tive momentos bem estranhos!
Ri, contei histórias mimadas,
Coisas de Natal e de fadas
Que nos fizeram pensar
Que ler, escrever e contar
pode ser bem importante.
Falei... falei
E calei-me!
À procura da atenção
Que merecia, pensei!
Quando tinha recado para dar,
Ou tinha que ensinar
Algo que, na minha mente
E na minha opinião
Devia, por toda a gente
Ser ouvido com paixão!
Mas...
Entre momentos de acção
E momentos de razão
Houve, também sensação
De já ter o meu presente!....
Professor

Teatro de Natal

Ontem realizámos um teatro de Natal.
Na sala do Apoio ao Estudo representámos um "Auto de Pastores", uma pequena peça de teatro, onde toda a turma participou e que foi assistida pelas turmas da nossa escola que têm aulas à tarde e alguns dos nossos pais.
Um grupo de pastores foi acordado por uma estrela muito brilhante e depois, avisado por dois anjos de que tinha nascido o Menino Jesus. Estes pastores, seguiram a estrela e foram oferecer cordeirinhos ao menino que encontraram abrigado num estábulo.
Este texto que representámos é escrito em verso, as falas do narrador e dos personagens rimam, como neste exemplo que é o começo e o fim da história:

"A história que vou contar,
Aconteceu há muito tempo.
É uma história de encantar,
Quero o povo bem atento.

A noite estava escura
E toda a gente dormia.
Uma estrela rasga o céu,
Tão clara como o dia."
...
Mas nem um ruído se ouviu
Na vigília dos pastores.
E o presépio dormiu,
Garanto-vos meus senhores.

No final o público bateu palmas, mostrando agrado pela nossa representação.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Uma Árvore de Natal Muito Especial II

As nossas árvores de Natal são todas especiais.

Umas comportam desejos para um Natal mais feliz...
23 desejos, pois tivemos a colaboração de meninos de uma outra turma (e como eles se empenharam também!!!).

Outras...
Bom!
Outras tentaram construir-se de forma Reduzir ao mínimo a utilização de recursos, Reutilizando manterias condenados a ser desperdício, sem os cobrir com tintas que tornassem impossível a sua Reciclagem.
Cartaz realizado com rolinhos de papel de jornal, levemente riscados com marcador e colados com cola para madeira. (colectivo)


Numa época em que, por causa das festas, se faz tanto mal à Natureza, tentámos não ferir demais...
Árvore construída com rolos de papel e decorada com pompons de lã. (colectivo)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Uma Árvore de Natal Muito Especial

No passado dia 3 de Dezembro assistimos à apresentação em PowerPoint de um texto sobre “Uma Árvore de Natal Muito Especial”, pelas professoras de Educação Especial da nossa escola e o nosso professor.
Na parede, foram aparecendo as imagens e os textos do livro escrito por Ana Oom e Ilustrado por Madalena Matoso, enquanto ouvíamos a história contada e cantada, a partir do CD que acompanha o livro.
Gostámos muito de ouvir, de ler e de ver esta história, contada de maneira que quase parecia um filme com legendas.
Uma senhora traduzia a história em linguagem gestual e nós vimos que se soubéssemos interpretar os gestos podíamos “ouvir” a história de uma forma diferente. Até apeteceu saber!

Com esta história ficámos a saber que mesmo as diferenças que parecem mais estanhas, são apenas DIFERENÇAS e que todos somos diferentes. Aprendemos também que as pessoas que não ouvem ou têm grandes dificuldades de audição podem usar a linguagem gestual para comunicar entre elas e com pessoas que ouvem.

Na nossa Escola, este ano, também foi construída uma Árvore de Natal muito especial.


Não tem um ramo maior do que os outros (como a da história), nem ramos tem, mas tem muitos desejos de felicidade. Da nossa turma é que saiu a ideia desta árvore assim (a sua base é um hexágono desenhado no chão e parece uma pirâmide hexagonal). Todas as turmas fizeram decorações para pendurar.

Como somos 20 fizemos vinte corações com a participação das nossas famílias que escreveram “desejos para um Natal mais Feliz”.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Nossos primeiros antepassados

Em Famalicão há vestígios de ocupação anterior aos Romanos em alguns lugares referenciados e estudados, como é exemplo o Castro do Monte das Ermidas, o Castro de S. Miguel O Anjo e o Castro das Eiras em Pousada de Saramagos, no qual foi encontrada uma "Pedra Formosa" http://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Nova_de_Famalic%C3%A3o.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Restauração da Independência

"REPORTAGEM DE HISTÓRIA"
CSC14 TV/JORNAL/RÁDIO


2 de Dezembro de 1640

Ao meio dia de ontem foi restaurada a independência de Portugal, quando a Condessa de Mântua, representante de Filipe III (IV de Castela), foi presa por um grupo de quarenta nobres portugueses que aclamaram D. João IV como rei de Portugal.
Estes nobres que juraram silêncio, já há algum tempo planeavam um golpe de estado para colocar fim ao domínio filipino.
Pelas nove horas da manhã assaltaram o palácio da Ribeira, em Lisboa, prenderam toda a gente e atiraram Miguel Vasconcelos pela janela porque ele era o Secretário de Estado da governadora espanhola e considerado traidor.
Por volta do meio-dia a situação já estava controlada pelos Conjurados e na rua já se gritava "Liberdade! Liberdade! Viva El-Rei D. João IV!"
Este dia vai, provavelmente, tornar-se um dia histórico para Portugal e para os Portugueses e será Feriado Nacional.

Texto elaborado colectivamente, a partir de experiências de textualização individual, depois da leitura de textos sobre a Restauração da Independência e do desafio de escrever uma notícia sobre o acontecimento. Seguindo o processo de:

  • Mobilização de conhecimentos;
  • Planificação;
  • Textualização;
  • Revisão;
  • Reescrita.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Histórias com Regaço

"Histórias com Regaço" é uma colectânea de contos infantis, da autoria de nomes bem conhecidos da literatura portuguesa, os escritores Álvaro Magalhães, João Manuel Ribeiro, João Pedro Messeder, José Jorge Letria, Rosário Alçada Araújo, Vergílio Alberto Vieira e os ilustradores Teresa Lares, Isabel Mata Graça, Pedro Emanuel Santos, Alexandre Reis, João Borges e Sandra Longras.
Todo o resultado da publicação deste livro reverte a favor da Casa do Regaço (Póvoa de Varzim), como forma de aumentar a capacidade de atender à satisfação das necessidades, em condições de vida o mais aproximadas possível da estrutura familiar, das 23 crianças, de ambos os sexos, entre os 3 e os 19 anos, que acolhe.




Adquirir este livro, para oferecer no Natal é dar duas prendas numa só.

Jorge Pimentel

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pré-história

Povos Recolectores

Os primeiros povos que habitaram a Península Ibérica eram recolectores porque se alimentavam do que a Natureza lhes dava.
Estes povos defendiam-se do frio vivendo em cavernas, vestindo peles de animais e usando o fogo. O fogo era indispensável para aquecer, cozinhar, iluminar e afugentar as feras.

Os recolectores deslocavam-se periodicamente porque tinham de perseguir os animais que caçavam.
Um povo que não tem local fixo para habitar e se desloca periodicamente é nómada.
Os homens primitivos fabricavam utensílios em pedra e osso.
Nas paredes das grutas e nas rochas pintavam e gravavam cenas de caça e animais.
Às pinturas e gravuras feitas em pedra dá-se o nome de rupestres.




Informação recolhida por José Carlos
Os homens primitivos eram caçadores-recolectores porque se alimentavam da carne dos animais que caçavam e matavam e também de frutos, bagas e vegetais que encontravam e apanhavam (recolhiam) da Natureza, sem serem eles a cultivarem.
Elaborado por Francisco
Os homens da pré-história alimentavam-se com animais e frutos abundantes. Com as mãos caçavam pequenos animais como, por exemplo, cobras e coelhos.
Os homens abrigavam-se em casas feitas com folhas, peles e troncos de árvores. Descobriram e dominaram o fogo e, desde aí, começou-se a evoluir cada vez mais, até chegarmos a 2009 já num ponto tão evoluído como o conhecemos.
João
Os nossos antepassados, no Inverno, viviam dentro de grutas, no Verão procuravam viver perto de água e construíam cabanas com peles de animais. Para fazer fogo, girava um bocado de madeira sobre outro. Comida carne de rena, de bisonte, de camurças e de aves. No verão a carne era fumada e no Inverno, era colocada no gelo. Os homens iam para a caça e as mulheres preparavam as peles dos animais, para fazer roupa.
A actividade principal dos homens era a caça, usavam lanças de madeira e podiam ficar muitos dias fora. Para aves atiravam pedras.
As paredes das grutas eram utilizadas para pintar animais.
O nossos antepassados eram muito diferentes de nós.
Miguel

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Entrevistas

Para aprofundar conhecimentos sobre acontecimentos ou factos históricos relativamente recentes podemos perguntar a quem os tenha vivido.

Escolhemos o 25 de Abril de 1974 e dedicámos a atenção particular ao tempo em que ocorreu a revolução, nomeadamente ao nível de algumas condições de vida e de acesso à informação.

Fizemos um roteiro de entrevista e escolhemos as pessoas que poderiam responder com alguma segurança pela definição de um perfil de entrevistado.


  • Ter pelo menos 18 anos em 1970.
  • Saber ler.


Perguntas-base da entrevista:


  1. Onde estava quando soube o que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974?
  2. E como soube?
  3. Que meios de transporte se usavam?
  4. Que meios de comunicação havia nesse tempo?
  5. Fale-me das habitações, nesse tempo, sobretudo das diferenças com as casas de hoje.
  6. Que alterações é que o 25 de Abril provocou na sociedade?

Respostas

  1. Ia a caminho do trabalho, no Porto, quando um grupo de militares armados nos mandou parar e revistou o carro perguntando se levávamos armas. Dissemos que não e perguntamos o que é que se passava. Eles responderam que tinha havido um golpe de estado. Seguimos o nosso destino sem perceber nada do que tinha acontecido.
  2. Começamos a perceber alguma coisa através dos comunicados do Movimento das Forças Armadas que iam sendo transmitidos só pela Rádio Clube Português que era a única emissora de rádio que os divulgava. As outras só transmitiam marchas militares. À noite apareceu na televisão um grupo de oficiais, a Junta de Salvação Nacional, e aos poucos fomos entendendo melhor que tinha havido uma alteração no regime político.
  3. Os meios de transporte dessa altura eram: o comboio, os autocarros, poucos carros, bicicletas. Faziam-se muitas viagens a pé mesmo a distâncias de 4 ou 5 km. Já havia aviões mas eram um meio de transporte muito caro. Mesmo em viagens para o estrangeiro usava-se o comboio ou os navios.
  4. Os meios de comunicação que havia eram: jornais e revistas, o telefone fixo, o telegrafo, a rádio e a televisão só com um canal e a preto e branco. De pessoas para pessoas escreviam-se cartas. Não havia telemóveis, nem computadores, nem internet.
  5. Em Portugal as grandes cidades eram um pouco mais pequenas do que são agora, havia menos edifícios em altura, e nos arredores havia muitos bairros de lata, isto é, muitas casas juntas, muito pobres, feitas de chapa e com telhados também de chapa, que foram construídas por gente muito pobre do campo, que ia tentar arranjar melhor emprego do que a agricultura, Nas aldeias e nas vilas do interior do país viam-se algumas casas mais ricas e melhores mas a grande maioria não tinham condições de higiene mínimas: não tinham casas-de-banho nem água canalizada, tinham poucas divisões e as famílias eram muito grandes o que fazia com que dormissem varias pessoas na mesma cama. Nas aldeias havia casas por onde o frio e a chuva entravam pelos buracos das paredes e dos telhados. Outras casas eram feitas de madeira e o telhado era de colmo (palha). Cozinhava-se a lenha, no chão da cozinha o que dava origem a incêndios, ardia tudo e as famílias ficavam sem abrigo. Havia muitos mendigos que pediam de porta em porta.
  6. A alteração mais importante que o 25 de Abril nos trouxe foi a liberdade: de pensamento, de expressão, de opinião, de associação. Nos jornais e outros meios de comunicação deixou de haver censura prévia e passou a poder-se escrever aquilo que cada um pensava sem ser castigado por isso. Melhoraram muito as condições de vida e de habitação. Todos os portugueses passaram a ter os mesmos direitos perante a lei principalmente o direito à saúde e á educação. Passamos a saber mais e melhor o que se passava pelo mundo. Ao nível político, passamos de uma ditadura para uma democracia, isto é, através de eleições livres é o povo português quem escolhe os seus governantes.

Francisco Gil (22.11.2009)

  1. Eu estava em casa quando soube do 25 de Abril.
  2. Eu ouvi na televisão.
  3. Nesse tempo havia jornal, rádio e a televisão.
  4. Usavam-se comboio, camioneta de carreira e o táxi.
  5. Nesse tempo não tinha água canalizada, não tinha aquecimento, cozinhava a lenha, não existia casa de banho, tomava banho numa bacia.
  6. Trouxeram melhores condições de vida e mais liberdade.

Rita (22.11.2009)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Nossa história

Para conhecer factos e acontecimentos a que não presenciámos podemos perguntar a quem os tenha vivido.
Se um acontecimento tiver sido muito importante e tiver ocorrido há pouco tempo, facilmente encontremos quem nos fale dele ou encontraremos notícias em jornais e revistas, na rádio ou na televisão.
Mas se o acontecimento tiver acontecido há muito tempo, poderemos não encontra quem nos conte a história e então ela tem que ser "adivinhada".

Como?

Recorrendo às FONTES DA HISTÓRIA que são todos os documentos, marcas, indícios e provas de que tenha acontecido um determinado facto.

Observemos...

http://umdiaescrevi.blogspot.com/2008/04/pegadas-na-areia.html

  • Alguém passou na praia?
  • Humano ou animal?
  • Um ou dois?
  • Descalço ou calçado?
  • Ao mesmo tempo ou em momentos diferentes?
Pois... uma observação atenta dos indícios deixados na areia acabam facilmente com muitas dúvidas. Não é?

Algumas marcas conseguem permanecer visíveis por milhares de anos. Mas é necessário observá-las atentamente e tirar conclusões.



Gravura de um auroque (espécie de touro já extinta), no Parque Arqueológico do Coa
http://www.ipa.min-cultura.pt/coa/

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A Noite de Natal

Iniciámos a leitura de "A Noite de Natal" de Sophia de Mello Breyner Andresen, ilustrada por Júlio Resende.
Trata-se de uma história de amizade, entre duas crianças aparentemente bem diferentes.
Ao longo da leitura (em círculo de leitura) iremos descobrir essas diferenças e a verdade dessa amizade.

domingo, 15 de novembro de 2009

http://www.uma-aventura.pt



O título deste "post" ("postagem????"que é como se chamam, até melhor designação, os textos datados que vão constituindo os blogues) é o endereço da página dedicada às história da Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, da colecção "Uma Aventura".
E refiro-o, não só porque é uma colecção que merece a nossa atenção como leitores, mas porque nela se promove mais um concurso "Uma Aventura Literária".
A edição 1010 deste concurso aceita trabalhos até 15 de Fevereiro (de 2010, claro) e os interessados deverão consultar a página Internet http://www.uma-aventura.pt/ onde está disponível toda a informação necessária.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A visita do professor Marcolino

Após a visita do professor Marcolino pareceu-nos necessário contar o acontecido. Optámos por realizar, em trabalho individual, a construção das notícias que partilhámos oralmente. Depois escolhemos uma para fazer uma revisão colectiva do texto.
Aumentámos texto, esclarecemos ideias, alterámos a ordem de algumas palavras nas frases, colocámos sinais de pontuação...

No final, este foi o resultado.

Na terça-feira, 10 de Novembro, depois do teatro de sombras, tivemos uma visita inesperada.
Um amigo do professor, que sabe falar a outra língua oficial de Portugal (o Mirandês) e que mora em S. Martinho, veio vê-lo. S. Martinho é uma aldeia que fica situada no concelho de Miranda do Douro. As pessoas dessa região falam o Mirandês.
O professor Marcolino falou Mirandês, para nós tentarmos adivinhar o que dizia, e a língua mirandesa até é parecida com a língua portuguesa e assim não foi muito difícil entender o que ele estava a dizer.
O nosso professor mostrou-lhe as gravações do teatro de sombras que nós tínhamos realizado.
Depois de tudo isto, falou-nos de um livro que tinha escrito em Mirandês e que na próxima vez que nos viesse visitar nos traria esse livro, para nos mostrar como se escreve a língua mirandesa.

(revisão colectiva a partir do texto da Gabriela)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Rectas

Rectas

  • Rectas paralelas - nunca se encontram.


  • Rectas concorrentes (não paralelas) - cruzam-se.
  • Rectas perpendiculares - formam 4 ângulos iguais.
  • Rectas oblíquas - formam ângulos iguais dois a dois.(Sara)

Rectas concorrentes limitam figuras planas. São a sua fronteira.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Notícia

https://docs.google.com/fileview?id=0B2lc-02sy9CqMTY1ODI3NWYtNjk4NC00YjlhLWE1ZWItNjc5YjY5YWUxMDAw&hl=en

Teatro de sombras

A turma catorze da escola E B 1 Conde São Cosme realizou no dia 10 de Novembro, um teatro de sombras, à porta da sala.
Com a colaboração do professor construímos no PowerPoint o cenário e para projectar, usamos um lençol branco. Participou o João como apresentador, a Bárbara, a Catarina, a Gabriela, a Alice e a Jéssica participaram como leitoras (jograis) que levaram máscaras para ninguém as reconhecer, a Daniela e o Francisco foram manipuladores das sombras, o David mexeu no som, a Rita mudou os cenários, o José e o Ricardo organizaram os lugares dos miúdos, a Débora e o Gil foram chamar os professores e os alunos para virem assistir ao espectáculo.
Por volta das 14:00 começou o espectáculo que se repetiu sete vezes. Todo o público aplaudiu e agradeceu imenso.
(Araras - colectivo)

Hoje é um dia especial

No dia 10 de Novembro de 2009, nós fizemos um teatro de sombras com a ajuda do professor.
A Rita era assessora do cenário, os leitores eram a Jéssica, a Bárbara, a Catarina, a Alice e a Gabriela, o apresentador foi o João, o Francisco e a Daniela são meninos que mexiam nas sombras, o David controlava o som, a Débora e o Gil eram responsáveis por chamar as turmas, (uma turma de cada vez) o Ricardo e o José Miguel organizavam o público. Os restantes membros da turma eram responsáveis pelo comportamento do público.
A Bárbara uma fala à Catarina e quase à Alice.O público gostou muito do teatro e alguns professores vieram agradecer pessoalmente pelo teatro e dizer que gostaram muito até perguntaram como construímos o cenário. E nós também gostamos e divertimo-nos muito.
(Jaguares - colectivo)


Teatro de S. Martinho

Depois de entrar na sala de aulas, esperámos que a escola ficasse em silêncio. Quando ficou em silêncio começámos a montar o cenário. Atrás da porta colocámos um lençol, para projectar imagens do PowerPoint e as sombras.
Quando estava tudo pronto, o Gil e a Débora, foram à sala ao lado chamar a professora e os seus alunos. Subimos as escadas para assistir ao teatro. Dentro da sala de aula ficou o professor um pouco a ajudar o Francisco, a Daniela e a Rita ficaram a controlar o cenário. Fora da sala ficaram os leitores: o João que apresentou e cinco meninas mascaradas que contaram a história do S. Martinho em versos.
Depois da nossa sala e da sala do lado assistirem à peça, a Débora e o Gil foram chamar a outra turma para também assistirem ao teatro. No fim todos conversamos sobre o que tinha acontecido. Todos os que viram o teatro gostaram muito.
(Golfinhos - colectivo)


Notícias da turma 14

Terça-feira, dez de Novembro, na escola EB1 Conde S. Cosme, a turma 14 fez um teatro de sombras.
Depois de vários dias a treinar, apresentaram hoje um teatro de sombras. Cada aluno teve uma tarefa. Alguns leram, outros organizaram o público, dois comandaram as sombras e uma menina projectou o cenário.
Pela reacção do público (alunos e professores), correu muito bem. Foi um sucesso!
(Focas - colectivo)

Um dia especial

Hoje, dia 10 de Novembro de 2009, foi um dia especial para a minha turma. Fizemos um teatro de sombras, que falava do S. Martinho, para as turmas da tarde da nossa escola.
No teatro participaram o apresentador (João), os actores (Jéssica, Bárbara, Gabriela, Catarina e Alice), os manipuladores das sombras (Francisco e Daniela), o manipulador do cenário (Rita), quem chamava as salas para irem ver (Débora e Gil), quem organizava público (José Miguel e Ricardo), quem ponha o som (David). Os restantes alunos da turma viram o teatro com os meninos das outras salas vezes e vezes sem conta.
Nós estávamos nervosos, que até a Bárbara «roubou» uma fala à Catarina e o público nem se apercebeu, e também quase «roubou» a fala da Alice. Enganámo-nos quase todas, mas só foi algumas vezes.
Na minha opinião o teatro correu bem e diverti-me muito, espero que os meus colegas também se tenham divertido.
(Jéssica)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Formas


A forma das coisas que usamos faz muito sentido.
Bolas combinam com jogo! Rebolam, não param quietas. Pudera, Não têm base!
Que parem aqueles que têm tantas, que todas se chamam face!

Há formas contidas e formas que contêm. Mas o mundo dos contentores apreciam-se formas diferentes, cada uma bem a jeito do que quer arrecadar.

Se o contentor não deseja verter (mesmo NUNCA), convém que tenha uma forma de que se entenda o seu desejo de usar uma base,
... não como as caixas, que perecem arrecadar tudo muito bem... e de qualquer jeito... em qualquer posição, deitadas ou tombadas com qualquer face no chão.

Em todo o caso ... para rebolar terá que haver superfícies curvas e o assentar, há que usar superfícies planas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

S. Martinho

No dia de S. Martinho...


Afinal o que sabemos sobre S. Martinho?
E sobre a sua lenda?
E sobre a tradição?

São Martinho, São Martinho
Vai à adega buscar o vinho
Encontra um pobrezinho
A meio do caminho.

O pobrezinho pede uma esmolinha
E São Marinho sem ter nada
Corta com a sua espada
A sua capinha.

O sol abre
Pelo milagre
O pobrezinho agradece
pelo amor sem fim.

São Martinho entra
No palácio muito contente
E sorridente
E conta a toda a gente.


Alice e Catarina


Martinho era um saldado romano que combatia em França.
Certo dia Martinho foi mandado pelo imperador fazer a sua patrulha.
Mas nesse dia estava muita trovoada e chuva, apesar de o frio ser muito Martinho continuou a prosseguir caminho.
Mas no chão onde o cavalo pisava, estava um mendigo quase nu, que lhe disse:
- Será que tens alguma coisa que me possas dar?
Martinho pegou na capa que trazia pelas costas e cortou-a com sua espada, deu uma metade ao mendigo e, de repente, um sol radiante apareceu.
E a partir dai nasceu a lenda de S. Martinho .
Gabriela


O São Martinho saiu de casa para o castelo e chovia e trovejava.
Na estrada estava um pobre e pediu alguma coisa para se cobrir.
O São Martinho pegou na espada e rasgou metade da capa que ele tinha e deu metade da capa.
De repente o sol apareceu e são Martinho foi ter com os amigos ao castelo contou tudo o que aconteceu.
No dia 11 de Novembro é dia de são Martinho. Na minha escola fazemos o magusto, comemos castanhas, saltamos a fogueira e ao final pintamos a cara uns ao outros com carvão.
Débora


Certo dia, um cavaleiro romano chamado Martinho saiu de casa, no seu cavalo, para ir ter com o imperador ao palácio. Como estava a chover muito e a trovejar tremendamente, cobriu-se com a sua capa comprida. Já perto do palácio, encontrou um mendigo a pedir um abrigo e comida, porque estava a tiritar de frio. O soldado viu o pobre homem deitado no chão, cheio de frio e muito fraco, pegou-lhe na mão e levantou-o. O pedinte olhou para cima e disse: “Tem alguma coisa para me cobrir?” “Tenho muito frio!” “Brrree.”
O cavaleiro, com muita gentileza, tirou a espada da bainha, pegou na sua capa longa, cortou-a ao meio e entregou metade ao pobre.
O mendigo ficou muito agradecido para todo o sempre. Passado pouco tempo, as nuvens foram desaparecendo e o sol começou a abrir radiantemente. O sol estava cada vez mais quente, cada vez mais brilhante.
Aquele pobre já não precisava da capa, mas levou-a com ele.
Martinho continuou a sua viagem. Quando chegou ao palácio, contou ao imperador o que aconteceu.
A partir daí, no dia 11 de Novembro, há sempre sol, e por isso chama-se a esse dia Verão de S. Martinho.
Bárbara



Segundo reza a lenda, num dia frio e tempestuoso de Outono, um soldado romano, de nome Martinho, percorria o seu caminho montado no seu cavalo, quando deparou com um mendigo cheio de fome e frio.
O soldado, conhecido pela sua generosidade, tirou a sua capa e com a espada cortou-a ao meio, cobrindo o mendigo com uma das partes. Mais adiante, encontrou outro pobre homem cheio de frio e ofereceu-lhe a outra metade.
Sem capa, Martinho continuou a sua viagem ao frio e ao vento quando, de repente, como por milagre, o céu se abriu, afastando a tempestade. Os raios de sol começaram a aquecer a terra e o bom tempo prolongou-se por cerca de três dias.
Desde essa altura, todos os anos, por volta do dia 11 de Novembro, surgem esses dias de calor, a que se passou a chamar "Verão de S. Martinho".



Castanhas assadas,
Vamos comer,
Que bem que nos vai saber!!!
Não ficaram estragadas.
Que prazer,
Saltar à fogueira!!!
Como saltar é preciso saber.
Para não fazer asneira.
Bárbara e Jéssica


Castanhas ,castanhas
Tão quentinhas com sal
Quentinhas e assadinhas
A ninguém faz mal.

Castanhas assadinhas
Com sal são saborosas
Boas e quentinhas
São tão gostosas!
Rita


No dia de São Martinho
Assam-se as castanhas
Bebe-se muito vinho
Com grandes manhas.

No dia 11 de Novembro
Festeja-se o São Martinho
Com as castanhas no forno
Tudo muito bem organizadinho
Débora e Ana


S. Martinho
Para festejar o S. Martinho
Para nos relembrar
O nosso grande amiguinho
Para o nosso amigo amar


O S. Martinho é muito popular
Dá sol todo o dia
É sempre a festejar
Até parece magia

É um dia muito especial
Não nos podemos esquecer
É um festival
Até adormecer

Há muitas pessoas na rua
Com elas podemos cantar
É uma loucura
Isto é para festejar

Com o assador
Vamos assar
As castanhas com o vapor
É para comer até chorar

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bruxas


Hoje também houve bruxas na nossa escola...

Terramoto de Lisboa

Quando superfície da Terra vibra de forma brusca diz-se acontecer um terramoto, abalo ou sismo. Dependendo da violência e duração dessa vibração, um sismo tanto pode fazer tremer os copos de um armário ou os vidros das janelas das casas, como pode provocar a destruição de cidades inteiras.
A origem de um sismo pode acontecer em terra ou no fundo do mar. Quando acontece no mar, as águas ficam muito agitadas (maremoto) e formam-se ondas gigantes (tsunami) que invadem a terra com grande violência e capacidade destruidora.

Porque um terramoto é um fenómeno natural que não consegue ser previsto só nos resta conhecer os seus riscos e perigos, aprender a actuar durante e depois de acontecer.

1 de Novembro de 1755

No dia 1 de Novembro de 1755 a cidade de Lisboa foi abalada por um violento sismo que praticamente a destruiu. No solo abriram-se fendas, as casas e edifícios mais frágeis foram desmoronadas e surgiram focos de incêndio. Toda a parte baixa da cidade foi então varrida por uma onda gigante que completou a destruição.
Foi um acidente verdadeiramente grave, porque matou mas de 10 000 pessoas e obrigou à reconstrução quase total da cidade (Era Rei de Portugal D. José I e o Marquês de Pombal era o seu Ministro).

Podes consultar: http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=807

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Pão-por-Deus

Ontem, a propósito do "Halloween" ou "Dia das bruxas", que aos poucos se vai implantando como moderna tradição, foi proposta a seguinte DÚVIDA:
Será que em Portugal existe alguma tradição semelhante ou associada a este dia?

A resposta foi um colectivo "Não sei!", a que se opôs a expressão "Pão-por-Deus" juntamente com a proposta de investigar, usando os recursos possíveis, resposta adequada à pergunta.
Hoje havia já uma interessante colecção de entusiasmadas respostas e uns tantos sítios Internet visitados. Então, colectivamente, repetimos alguns procedimentos de busca e visitámos:
http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=312
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A3o-por-Deus
http://blogs.esecs.ipleiria.pt/interescolas/category/dia-do-bolinhopao-por-deus/
http://moodle.ag-sg.net/mod/book/view.php?id=5704
http://amo-te.weblog.com.pt/arquivo/2004/11/pao_por_deus.html
Com recurso ao processador de texto dos computadores dos alunos, em trabalho depares, foram construídos alguns textos:

No dia 1 de Novembro festeja-se o Pão-por-Deus. Em alguns sítios de Portugal as meninas e os meninos fazem pequenos grupos e vão às casas das pessoas e pedem “Pão-por-Deus”. No fim do dia tinham cestos cheios de frutos moedas e guloseimas.
(Catarina e Ana)

Em algumas regiões de Portugal, no Dia de Todos os Santos, 1 de Novembro, as crianças saem das suas casas a pedir nas casas das outras pessoas "Pão-por-Deus".
Em algumas povoações este dia chama-se Dia dos Bolinhos.
São vários versos que se cantam:
Bolinho e bolinhos
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Que estão mortos enterrados
À porta daquela cruz…
(Francisco e Gil)

É uma tradição Portuguesa que só se pratica em alguns sítios. No dia de Todos os Santos, 1º de Novembro, as crianças acordam de manhã bem cedo para ir pedir, de porta em porta, o “Pão-por-Deus”. Recebem pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas, ou castanhas que colocam dentro de sacos de pano, de retalhos ou de borlas. E recebem estas coisas porque cantam quadras como esta:

Lá vai o meu coração
Sozinho sem mais ninguém
Vai pedir o Pão-por-Deus
A quem quero tanto bem.
(Rita e Jéssica)

Dia 1 de Novembro é Dia de Todos os Santos. Em Évora, as crianças batem de porta em porta e pedem "Pão por Deus". No dia 1 de Novembro as pessoas vão ao cemitério rezar por os familiares que já faleceram. No mesmo dia, na América, à noite as pessoas andam vestidas de coisas do outro mundo e batem à porta "travessura ou doçura". É Halloween!
(Daniela e Débora)
Em alguns lugares de Portugal, no dia 1 de Novembro, as crianças juntam-se em pequenos grupos, para pedirem "Pão-por-Deus".
As crianças cantam lengalengas:
Pão, pão por Deus
à mangarola,
encham-me o saco,
e vou-me embora.
As pessoas oferecem doces, frutos secos , dinheiro e muitas outras coisas.
A quem lhes recusa o Pão-por-Deus, as crianças cantam lengalengas não muito agradáveis:

O gorgulho gorgulhote,
lhe dê no pote,
e lhe não deixe,
farelo nem farelote.
(Gabriela e Bárbara)

De manhã bem cedinho, no dia 1 de Novembro, em algumas regiões de Portugal, as crianças vão de porta em porta, com um saquinho na mão a cantar cantigas e também vão pedir pão por Deus e às vezes dão-lhes romãs, bolinhos, castanhas, guloseimas, dinheiro, etc.
O dia de Pão-por-Deus tem algumas semelhanças ao dia do Halloween.
No dia 1 de Novembro podemos ir ao cemitério visitar os familiares, amigos que já faleceram.
(Simão e Alice)

O dia 1 de Novembro é o Dia de Todos os Santos e também o Dia do Bolinho.
Vai-se de porta em porta a pedir o Pão-por-Deus, dinheiro, chocolates, frutos secos, bolos, doces, etc.
Quando batem à porta os meninos comecem a cantar.
(Diana e David)

No dia 1 de Novembro celebra-se o Dia de Todos os Santos. De manhã cedo as crianças batem de porta em porta e pedem Pão-por-Deus que significa chocolates, rebuçados, caramelos e um doce que se chama santouro. Antigamente não havia muitas guloseimas e por isso davam nozes, frutas e pão.
Esta tradição normalmente faz-se nas regiões perto de Lisboa é parecida com a tradição americana que se chama Halloween.
(João e José)

Afinal "Pão-por-Deus" é uma tradição bem antiga, especialmente acarinhada em lugares da Estremadura, Ribatejo, Beiras e Açores.
A sua origem surge, por alguns, como associada às grandes necessidades que a região envolvente de Lisboa sofreu na sequência do Terramoto de 1755, contudo a designação "Dia do bolinho" os produtos, que habitualmente enchem o saco de retalhos das crianças que pedem, e mesmo as cantilenas que estas cantam quer recebam quer não as oferendas que desejam, parecem, muito mais, celebrar as últimas colheitas do ano e uma "tulha farta" nas casas de lavoura.
Se recebem, as crianças cantam as bondades dos donos da casa, desejam felicidades e se não recebem nada cantam invasões de bichesas e outras pragas para os produtos da terra arrecadados nas dispensas.
(Professor)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Torneio de Futebol

Porque choveu na Quarta-feira da semana passada, hoje realizámos o segundo jogo de futebol de cinco, entre as equipas B dos nossos clubes, Jaguares (Diabos da Turma) e Golfinhos (Sabe Tudo).

Foi vencedor o clube Diabos da Turma.
O resultado foi o seguinte:
Jaguares - 1 * 0 - Golfinhos
O golo foi marcado pelo José Carlos. Foram árbitros o João e Francisco.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ler

Reconhecer palavras como um grupo organizado de letras (desenhos);
Reconhecer frases como um grupo organizado de palavras;
Compreender o significado das palavras e o sentido das frases é ...


LER
Para que serve ler?
  • Para se orientar (mapas, roteiros, indicações, ...)
  • Para saber, aprender, Conhecer, (informação em manuais, em livros, na Internet, ...)
  • Para brincar e divertir (jogos, palavras, lengalengas, trava-línguas ...)
  • Para recordar (notas, ...)
  • Para saber fazer e usar (receitas, instruções, ...)
  • Para ser avisado e alertado (avisos, recados, folhetos, ...)
  • Para distrair, fruir e ter prazer em ler (narrativas, poesia, ...)
  • Para dizer (teatro, poesia, ...)

Notícia do dia:

  • Torneio de TABUADA

Hoje, a vitória pertenceu aos DIABOS DA TURMA.

domingo, 25 de outubro de 2009

Músculos

A propósito do estudo dos músculos do corpo humano, quase todos os alunos da turma realizaram a sua própria investigação, em casa e com recurso aos mais diversos meios, desde livros e enciclopédias como o manual de estudo do meio:

  • Giroflé 4 - Estudo do Meio (Santillana/Constância)

a recursos Internet, como:

Resultando o seguinte texto de excertos:

"Sempre que nos movimentamos, utilizamos músculos. Fazem-nos andar, pestanejar ou sorrir. Alguns funcionam de forma automática, mas outros necessitam de ordens (Bárbara), estes encontram-se debaixo da pele cobrindo o esqueleto, estão ligados aos ossos por meio de tendões (João) e são tecidos elásticos que podem contrair-se e relaxar. Quando contraem, ficam mais curtos e grossos; quando os músculos voltam ao tamanho inicial, distendem. (Rita) Têm, então, dois tipos de movimentos: movimento de contracção e distensão. (Ricardo) Os músculos podem puxar, mas não empurrar. Funcionam em pares que puxam em direcção oposta. Quando um músculo puxa o seu parceiro relaxa. (Bárbara)
Os músculos são formados por células longas e finas, chamadas fibras musculares. (Catarina) e podem ser divididos em dois grupos - os voluntários, que nós controlamos conscientemente (José), por exemplo:

  1. Com o bíceps dobramos os braços;
  2. Os peitorais trabalham quando levantamos os braços;
  3. O diafragma provoca a respiração;
  4. Os abdominais ajudam-nos a curvar e a manter a postura direita;
  5. Com quadríceps dobramos ou esticamos as pernas. (Francisco)

e os involuntários, que trabalham por si, independentemente da nossa vontade como:

  1. O músculo do coração
  2. O estômago quando está a fazer a digestão;
  3. Os intestinos. (Francisco)

Em determinadas circunstâncias, contudo, alguns músculos involuntários podem ser voluntariamente controlados (José).
Além de serem os responsáveis pelos movimentos, os músculos também servem para aquecer o nosso corpo (pois aquecem ao produzir movimento), para proteger os órgãos internos, ajudar a respirar e permitir a circulação do sangue (João e Davide).
Os músculos constituem cerca de 30 por cento do corpo humano (José), onde existem mais de 630 (Alice), Temos mais de 30 músculos faciais que nos permitem realizar expressões tais como: surpresa, alegria, tristeza ou choro. Os músculos dos olhos são os que mais trabalham. Estima-se que eles se movam mais de 100.000 vezes por dia (Alice) e o maior é o Grande Glúteo que se situa na zona do rabo.
Para serem reconhecidos, todos têm nome: temporal, frontal, trapézio, bíceps, peitoral maior, deltóide, gémeo, abdominal (João), dorsal, glúteo, quadríceps (Davide) …
Para termos músculos fortes precisamos de um alimento chamado proteína e para eles terem energia bastante necessitamos de açúcares lentos, para que tenham flexibilidade e resistência necessitam de ser treinados. Assim é muito importante, termos uma alimentação equilibrada e rica em carne, peixe, feijões, leite e ovos (que são ricos em proteína) e cereais e massas (ricos em açúcares), e fazer muito exercício físico. Pois só assim teremos uns músculos saudáveis. (Gabriela e ainda Ana, Jéssica, Gil, Daniela, Débora)"

A propósito deste estudo podemos espreitar alguns sítios Internet para testar os nossos conhecimentos como: http://www.cardosolopes.net/disciplina_1ciclo_ficheiros/EMEIO4_ficheiros/trabalhos%20em%20hotpotatoes/html/OSeuCorpo.htm

Ou visitar outros que completam o nosso estudo:

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A pele

A pele é um órgão:

  • Sensível
  • Suave
  • Resistente
  • Elástico
  • Impermeável

A pele é constituída por duas camadas:

  • Epiderme
  • Derme

Investigado por por José Carlos

Imagem retirada de: http://naturavendas.wordpress.com/2008/10/04/a-pele

Hoje aprendemos que a pele é um órgão elástico bem diferente da pele do milho que não é elástica.
E falando do milho, cá na escola fizemos pipocas numa máquina que aqueceu o milho até ele rebentar. Mas as pipocas não eram só para comermos também para estudarmos que a pele do milho estoura quando a pipoca se forma. É claro que o calor era muito…

Por Francisco Gil (revisto)

Para saber um pouco mais:

E ainda:

http://www.youtube.com/watch?v=Ytsu3KvO-_o

http://www.youtube.com/watch?v=Un4ZyG67ARk

http://www.youtube.com/watch?v=p5KzsixoO1w

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Caldo de pedra

A história do fradinho que coloca uma pedra na panela para fazer uma sopa é um conto tradicional português que já foi colocado em texto por vários escritores, entre os quais, um presidente da república. Teófilo Braga foi o segundo Presidente da República Portuguesa (o primeiro foi Manuel de Arriaga, em 1911 e o terceiro foi Bernardino Machado, que viveu em Famalicão) e para além de político foi também escritor de poesia, ensaios e contos (ex: Contos Tradicionais do Povo Português).
Vale a pena ler contos tradicionais.
Neste sítio http://www.minerva.uevora.pt/publicar/conto/ podes encontar este "Caldo de pedra" escrito por Teófilo Braga e realizar algumas actividades relacionadas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Alimentação





Na sexta-feira, depois de termos escutado a leitura da história do caldo de pedra, (de Maria Teresa dos Santos Silva, editado pela AMBAR em 2003 , reflectirmos sobre a importância da alimentação, fizemos algumas actividades e elaborámos um cartaz com recortes de imagens de alimentos, que são mostrados nos panfletos dos supermercados.

Separámos alimentos a preferir de alimentos a evitar.


Hoje ... pensámos editar um panfleto sobre o assunto, para divulgar, aos alunos da escola (e suas famílias), as vantagens da alimentação saudável.

Iniciámos a aula por referir essa possibilidade:
Avisar os alunos da escola e as suas famílias sobre as vantagens de ter cuidado com a alimentação.

Decidimos a forma de fazer essa divulgação (carta, e-mail, blogue, sms, telefone, cartaz e folhetos foram algumas ideias)
Optámos pela construção de um folheto.

Decidimos a forma e o aspecto do folheto
Tomámos por base uma folha de papel A4 e dobrada em três;
Calculámos (29,7 mm : 3) - aproveitámos para falar da divisão; Identificámos a necessidade de margens e desenhámos-las com 1cm.

Decidimos, na turma, a importância da capa (para cativar a atenção dos possíveis leitores do desdobrável e apresentar o tema) da sub-capa (para apresentar os autores e referir informações complementares a propósito do tema) e o núcleo (onde é colocada a parte informativa). trabalhamos a organização dos elementos informativos do folheto (imagens e texto)

E iniciámos, em equipa, a construção de textos de acordo com os seguintes sub-temas:
  • Alimentos a preferir;
  • Alimentos a evitar;
  • Importância de uma alimentação equilibrada e variada;
  • Relação entre a alimentação e a saúde dos ossos e dos músculos.
  • Uma ementa saudável.
FALTA FAZER A REVISÃO E EDITAR O FOLHETO

  • Palavra o dia
    Panfleto – (do inglês “Pamphlet”) Opúsculo, folheto ou desdobrável destinado a ser distribuído por um determinado público, como forma de divulgar informação.

Investigação da Daniela

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Esqueleto

O corpo humano é composto por três grandes partes – a cabeça, o troco e os membros – e é organizado por um esqueleto.
O esqueleto é o conjunto de todos os ossos que dão forma e sustentam o corpo humano e têm muitas formas e tamanhos de acordo com a sua função que é suster e proteger os órgãos internos e permitir a locomoção.
As articulações unem os ossos e podem ser fixas, como as do crânio (para proteger), ou móveis, como as dos joelhos (para permitir o movimento).
Os ossos da cabeça formam o crânio e a face. O crânio é formado por ossos que protegem o cérebro e que não se podem mover. A face é constituída por 14 ossos, uns móveis (os maxilares, para permitir a mastigação) e outros imóveis.
No tronco existem os ossos da coluna vertebral, que é constituída por 33 vértebras e protege a medula espinal, e da caixa torácica que é formada pelas costelas, pelo esterno, pelas omoplatas e pelas clavículas e que protegem o coração e os pulmões.
O braço é formado pelo úmero, pelo cúbito e pelo rádio. A perna é composta pelo fémur, pela tíbia e pelo perónio. As mãos e os pés os têm dedos que são constituídos pelas falanges.
As articulações dos membros são: o ombro, o cotovelo, o pulso, a anca, o joelho e o tornozelo.
Para cuidar e proteger os nossos ossos devemos ter uma postura correcta (sem estar inclinados ou com as costas torcidas) e uma alimentação cuidada, rica em cálcio e em fósforo.
Há doenças que afectam os ossos como a artrite e a osteoporose. Os ossos podem fracturar-se quando se partem ou deslocar-se quando sai da sua posição normal.

Texto de Rita Monteiro com revisão colectiva da turma

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Músculos e ossos

Hoje falámos de músculos e de ossos e, no final do dia, estas peças tão importantes do nosso corpo foram colocadas à prova, durante um jogo de futebol, e registámos que:
O músculo do coração, durante o jogo, bateu mais forte (para bombear mais sangue).
Os músculos do nosso corpo (especialmente das pernas) ficaram mais quentes.

Torneio de Futebol

Na semana passada resolvemos criar um torneio de futebol entre os clubes da turma com o seguinte calendário:


  1. (Diabos da Turma - A) * (Sabe Tudo -A).
  2. (Diabos da Turma - B) * (Sabe Tudo -B).
  3. (Sabe Tudo - A) * (Diabos da Turma -B).
  4. (Sabe Tudo - B) * (Diabos da Turma -A).

Para este torneio definimos as seguintes regras:

  • O jogo tema a duração de 14 minutos, divididos em duas partes de 7 minutos;
  • A partida é arbitrada por dois árbitros e cada árbitro responsabiliza-se por assinalar as faltas que acontecem no meio campo que lhe for atribuído;
  • Todos os jogadores podem marcar golos e ao intervalo as equipas podem reorganizar-se.
  1. É proibido o contacto físico entre os jogadores;
  2. Em cada jogada a bola tem que circular por todos os jogadores da equipa;
  3. Os defesas não podem ultrapassar o meio campo no sentido da baliza do adversário;
  4. Os avançados não podem ultrapassar o meio campo no sentido da própria baliza;
  5. O incumprimento das regras determina que seja assinalada falta e a posse da bola passe para a equipa adversária;
  6. A reposição da bola em jogo, por falta ou quando a bola sai é sempre feita pelo guarda redes.

Hoje realizámos o primeiro jogo de futebol de cinco, entre as equipas A dos nossos clubes Araras (Diabos da Turma) e Golfinhos (Sabe Tudo).
Não houve vencedor. O resultado foi um empate a um golo.

Araras - 1 * 1 - Focas

Os golos foram marcados pelo Francisco Gil (Diabos) e pelo João Gonçalves (Sabe Tudo). Foram árbitros a Ana e o Ricardo.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Nossos aniversários


O João Miguel fez uma investigação.
Perguntou aos colegas em que dia faziam anos e assim registou as datas dos aniversários numa folha de papel, em lugar apropriado (um rectângulo decorado) .
Procurou essas datas num livro muito interessante e registou também o nome do animal que o livro diz corresponder ao aniversário de cada um.
Depois iniciou a reescrita desses dados no computador, da forma que se transcreve, depois de concluída.


Fevereiro


Dia 12 - Miguel - Camurça


Dia 22 - Alce


Março


Dia 28 - Catarina - Lebre


Dia 21 - Ana - Cabra-montês


Dia 23 - Débora - Veado


Maio


Dia 4 - Francisco - Cobra-cuspideira


Dia 20 - Jéssica - Pecari


Dia 27 - Bárbara - Colibri


Julho


Dia 8 - Rita - Faisão


Agosto


Dia 30 - João Gonçalves - Tubarão martelo


Setembro


Dia 17 - Ricardo - Caranguejo


Dia 2 - Sara - Peixe pedra


Outubro


Dia 16 - Simão - Borboleta pavão


Dia 28 - Diana - Alossauro


Novembro


Dia 23 - José Carlos - Tiranossauro


Dia 30 Daniela - Scipionix


Dezembro


Dia 9 - João - Elasmossauro


Dia 7 - Alice - Parassaurolofo


Dia 10 - Gil - Águia


Dia 13 - José Miguel - Ptrerossauro


domingo, 11 de outubro de 2009

Ordens e classes dos números

Ler números nem sempre é fácil.
Ler um número pequeno não custa muito, mas ler um número formado por muito algarismos (como 54256297) pode ser uma tarefa bem difícil.

Assim, e para facilitar assumimos que:

  1. Todos os números são escritos com recurso a dez algarismos (1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 e 0)
  2. Os algarismos que formam os números são lidos em grupos de três, formados da direita para a esquerda...

assim: 54 256 297. Cada um destes grupinhos chama-se CLASSE.

  1. Neste número (54256297) estão representadas as classes dos MILHÕES dos MILHARES e das UNIDADES.
  2. Dentro de cada grupo de três algarismos (ou classe) o que está mais à direita diz-se "unidades" porque o seu valor é unitário, o seguinte diz-se "dezenas" porque um algarismo colocado nessa posição vale 10 vezes o seu valor inicial e o que fica mais à esquerda chama-se "centenas" porque um algarismo colocado nessa posição vale 100 vezes o seu valor inicial. Assim: 54 256 297. O lugar que cada algarismo ocupa chama-se ORDEM.

Desta maneira o número 54 256 297 lê-se:

  • Cinco dezenas de milhão, quatro unidades de milhão, duas centenas de milhar, cinco dezenas de milhar, seis unidades de milhar, duas centenas, nove dezenas e sete unidades (por ordens).
  • Cinquenta e quatro milhões, duzentos e cinquenta seis milhares, duzentas e noventa e sete unidades (por classes).

Ou simplesmente:

  • Cinquenta e quatro milhões, duzentos e cinquenta seis mil, duzentos e noventa e sete.